O laboratório de prótese e o seu consultório precisam estar sempre alinhados para assegurar a eficiência e o bom resultado de um tratamento. Fatores, como comunicação adequada, informações sobre os materiais e processos de trabalho eficientes são a chave para a conclusão acertada dos projetos em comum.

Caso existam falhas nestes setores, o resultado será: peças com grandes ajustes, maiores despesas, insatisfação do paciente, desperdício de recursos financeiros e uma péssima reputação para o consultório.

Neste texto, apresentaremos 6 itens essenciais para a colaboração entre dentista e laboratório.  Acompanhe!

1. Entendimento sobre técnicas e materiais utilizados

É comum que muitos dentistas não conheçam detalhadamente todos os materiais utilizados na construção de uma prótese. Contudo, o laboratório de prótese precisa estar disponível para oferecer informações e aconselhar a respeito das melhores opções para cada caso.

Há laboratórios que oferecem conteúdo por meio de blogs, redes sociais, webinars ou promovem treinamentos presenciais com o objetivo de facilitar o entendimento dos seus dentistas sobre os materiais. Com esse conhecimento, o dentista conseguirá:

  • Oferecer com maior precisão opções para o paciente em termos de estética, preços e prazos;
  • Ter a certeza do material apropriado para cada caso;
  • Maior precisão nas restaurações.

2. Coleta adequada

Para garantir que todos os dados referentes às peças serão efetivamente recebidos, é importante que o dentista preencha todos os campos do formulário de requisição corretamente. Informações, como: material a ser utilizado, tonalidade, registro adequado da mordida.

Ao embalar o trabalho, é necessário que tudo esteja corretamente etiquetado para que o laboratório dentário identifique rapidamente a ausência de algum item ou informação. Com esses cuidados básicos, é possível evitar atrasos desnecessários.

3. Processos internos

A forma como as moldagens dentárias são avaliadas influencia na compreensão do protético sobre a definição dos procedimentos.

Muitos laboratórios utilizam, por exemplo, um sistema de pontuação para avaliar a qualidade da moldagem dentária. Quando esse recurso é bem utilizado, o dentista consegue entender os motivos que levaram à solicitação de outra moldagem.

É essencial que o laboratório ofereça um feedback sobre as moldagens dentárias. Com retornos eficazes, é possível alcançar melhores resultados clínicos, produzindo restaurações sempre mais ajustadas.

4. Suporte

Quando acontecer, por exemplo, a necessidade de refazer uma peça, é importante comunicar-se imediatamente com laboratório dentário e pedir orientações sobre a questão.

Nesse caso, o dentista e técnico devem analisar se há necessidade de repetição da moldagem. Lembrando que tudo isso deve ser feito enquanto o paciente estiver no consultório.

Ao reenviar o trabalho, é crucial que o consultório tenha cuidado para não esquecer nenhum item, pois o laboratório precisará fazer uma análise criteriosa para identificar o que provocou o erro e assim evitar erros futuros.

5. Comunicação

A qualidade da comunicação influenciará diretamente no processo produtivo. A interação precisa ser eficiente em todos os pontos de contato. Quanto mais clara a troca de informações, menor será a possibilidade de falhas. O investimento em alternativas tecnológicas viabiliza a praticidade dessas ações.

Usando ferramentas como o Skype e Hangouts, é possível estabelecer diálogos mais diretos, e a inclusão de pessoas nas conferências será muito mais prática. Devido à mobilidade, é possível que as reuniões extraordinárias sejam realizadas com menos transtornos e maior comodidade.

6. Gestão do trabalho

A administração adequada de todos os processos é fator essencial para o alcance de excelentes resultados. Planejar os casos em conjunto colocará laboratório e consultório no caminho certo. Para isso, é importante estabelecer para cada caso:

  • Metas: serão as responsáveis por firmar o objetivo principal do trabalho. Ao definir esses marcos, laboratório e dentista terão a oportunidade de medir os progressos;
  • Prazos: é necessário pensar nesse quesito como uma ferramenta para administrar as tarefas e processos em ordem de prioridade;
  • Elementos específicos: como período de provisório, tipo de restauração, cimentação;
  • Ações de acompanhamento: como cuidados posteriores.

Planejando pontos como esses, as possibilidades de acertos e a otimização dos recursos serão maiores.

A colaboração entre o laboratório de prótese e consultório garantirá a excelência do trabalho realizado. Neste texto, você conheceu aspectos fundamentais para a participação cooperativa de cada parte envolvida.

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